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Vaqueiro confessa o assassinato de procuradores, pai e filho, em MT

quarta-feira, 14 de setembro de 2016
Postado por Gabriela Rollemberg Advocacia

Terminou em tragédia o desaparecimento do procurador aposentado do DF Saint’Clair Martins Souto, 78 anos, e do filho Saint’Clair Diniz Martins Souto, 38, procurador do Rio de Janeiro. Os dois, moradores de Brasília, onde tinham um escritório de advocacia no Lago Sul, foram assassinados por um funcionário da fazenda da família, no municípío de Vila Rica (MT). Depois de matar os advogados, José Bonfim Alves de Santana fugiu para o Tocantins, onde foi preso pela Polícia Civil do estado.

 

Em depoimento, o empregado confirmou ter matado a dupla com um revólver calibre 38. Segundo o delegado titular da Gerência de Combate ao Crime Organizado de Mato Grosso (GCCO), Flávio Henrique Stringueta, que participa das investigações, o funcionário deu detalhes do crime. “Primeiro ele matou o idoso; depois, o outro”, explicou.

 

No entanto, segundo Stringueta, o filho não viu o pai ser assassinado. “José Bonfim contou que matou o filho depois que o advogado entrou na casa. O pai já tinha sido atingido”, esclareceu. O delegado destacou que, segundo depoimento do empregado, o crime estaria relacionado com venda de cabeça de gados — pai e filho viajaram para Mato Grosso exatamente para resolver a questão. Fontes ligadas ao Correioconfirmaram que a decisão da família era demiti-lo.

 

Policiais civis do Mato Grosso e de Tocantins seguiram na noite desta terça-feira (13/9) para a Fazenda Santa Luzia, localizada no município de Vila Rica, a aproximadamente 1,3 mil quilômetros de Cuiabá, fica na divisa com o Pará — região conhecida pela violência nas questões fundiárias. O assassino confessou desenhou um mapa, no qual estaria indicado a localização dos corpos.

 

Os dois moravam em Brasília e estavam sem se comunicar com a família desde sexta-feira (9/9), dia em que foram assassinados. A previsão era que os dois saíssem da região na noite de domingo, de carro. A chegada a Brasília estava programada para segunda-feira (12/9), porém eles não fizeram mais contato. No início da semana, então, a família decidiu procurar a polícia para registrar o desaparecimento dos parentes.

 

Acesso em 14 de setem­bro de 2016
Leia a notí­cia com­pleta em Correio Braziliense
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2016/09/13/interna_cidadesdf,548573/vaqueiro-e-preso-apos-confessar-assassinato-de-procuradores-do-df.shtml

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