Notícias

Vídeos das urnas fazem Justiça Eleitoral repensar posição da cabine de votação

terça-feira, 06 de novembro de 2018
Postado por Gabriela Rollemberg Advocacia

A disseminação de supostas filmagens da votação nas urnas eletrônicas ao longo do primeiro turno está levando a Justiça Eleitoral a pensar novos mecanismos de fiscalização das eleições. Sérgio Ritzmann, diretor-geral do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), explicou à Gazeta do Povo na manhã deste domingo (28) que um dos novos mecanismos deve ser um reposicionamento da cabine de votação nas seções. “A cabine ficará em um local no qual será mantido o sigilo do voto do eleitor, mas que, ao mesmo tempo, permita que os mesários identifiquem movimentos suspeitos com armas e celulares, por exemplo”, explicou o diretor.

Registrar o voto com algum aparelho eletrônico é proibido por lei. O mecanismo é adotado pela Justiça para evitar que o cidadão seja coibido de alguma forma a votar em determinado candidato. Segundo Ritzmann, esse e outros problemas sentidos ao longo do pleito de 2018 serão utilizados como aprendizado pela Justiça Eleitoral. “A fiscalização será aprimorada para as eleições de 2020. Estamos aproveitando os casos ruins para melhorar todo o processo”, afirmou.

Segurança das urnas

O presidente do TRE-PR, Luiz Taro Oyama, acompanhou durante a manhã o processo de votação em alguns locais de Curitiba. Foi o caso do Colégio Positivo Junior, em que uma das urnas teve que ser substituída no primeiro turno. O desembargador reforçou a lisura do processo eleitoral realizado por meio das urnas eletrônicas.

“No primeiro turno houve a impugnação de algumas urnas e o Paraná foi pioneiro para fazer a auditoria e apurar os casos. Depois do processo, constatou-se que os votos foram registrados e computados”, disse. Segundo ele, por causa do tempo de uso, alguns equipamentos podem apresentar falhas ou defeitos, mas isso não quer dizer que o processo eleitoral tenha sido fraudado.

“A urna é plenamente confiável e segura. O voto que o eleitor registrar será computado e contabilizado”, afirmou Oyama.

Casos em que os eleitores considerem que  houve algum problema na urna eletrônica devem ser comunicados aos mesários ou à Justiça Eleitoral para que sejam apurados.

Acesse o conteúdo completo em especiais.gazetadopovo.com.br/

Categoria(s): 
,
Tag(s):
, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

#GRAinforma

Notícias relacionados

seg, 18 de julho de 2022

Decisão do TSE que favoreceu partidos nanicos foi destaque

Fonte: Conjur Na quarta-feira (6/7), o Tribunal Superior Eleitoral anunciou que vai refazer o cálculo de distribuição do Fundo Especial de Financiamento […]
Ler mais...
qui, 31 de janeiro de 2013

Versiani: ‘Ficha Limpa’ tem defeitos

Ex-ministro do TSE afirmou em palestra na Capital que legislação precisa ser aprimorada e esclarecida Adriana Rodrigues  A aplicação da […]
Ler mais...
sex, 07 de novembro de 2014

Eleitor do DF poderá justificar ausência às urnas pela internet

O eleitor que não votou no primeiro ou no segundo turno das eleições gerais no Distrito Federal tem 60 dias, […]
Ler mais...
seg, 18 de julho de 2016

Partidos não devem receber doações de autoridades públicas, diz PGR

  Para a Procuradoria-Geral da República, a proibição de autoridades públicas doarem a partidos políticos, apesar de limitar direito constitucional […]
Ler mais...
cross linkedin facebook pinterest youtube rss twitter instagram facebook-blank rss-blank linkedin-blank pinterest youtube twitter instagram